(Hb 3.12) Nestes últimos dias, a Igreja precisa estar alerta quanto ao perigo do retorno às práticas religiosas pagãs da antiguidade. Isto é, o neopaganismo, que sorrateiramente tenta macular a Igreja do Senhor. Nesta lição, apresentaremos alguns enganos desta sutil estratégia de Satanás. O RESSURGIMENTO DO PAGANISMO 1. A Igreja primitiva passou por um período sombrio, obscuro, onde o paganismo e a idolatria imperavam. Hoje, enfrentamos os mesmos desafios. O mundo está impregnado do misticismo oriental e de outras seitas pagãs. O paganismo na pós-modernidade não persegue nem mata os crentes, mas os seduz por meio de propostas hedonistas, repletas de entretenimentos, respostas rápidas e sexo promíscuo. Tudo com muita sutileza. A IGREJA E O NEOPAGANISMO 1. O perigo das insinuações heréticas na igreja. Vários textos bíblicos nos alertam contra essas ameaças. Vejamos: a) At 20.28-30 fala de “lobos cruéis” que entrariam no meio do povo de Deus; b) Gl 1.6-10 menciona pessoas que experimentam a graça de Deus e, facilmente, abandonam a “fé recebida”, trocando-a por “outro evangelho”. Todavia, em 2 Pe 1.1,2 o apóstolo se refere “aos que conosco alcançaram a fé igualmente preciosa. Essa fé preciosa deve ser vivida e ensinada a todas as pessoas. À medida que se aproxima a vinda de Jesus, o número de apóstatas aumenta assustadoramente. O evangelho da cruz, com o desafio de sofrer por Cristo (Fp 1.29), de renunciar ao pecado (Rm 8.13), de sacrificar-se pelo Reino de Deus e de renunciar a si mesmo, vem sofrendo constantes e impiedosos ataques (Mt 24.12; 2 Tm 3.1-5; 4.3). A Bíblia afirma que, nos dias que antecedem a manifestação do Anticristo, ocorrerá uma grande onda de apostasias (2 Ts 2.3,4). É hora de redobrarmos a vigilância. COMBATENDO O NEOPAGANISMO Como a igreja pôde combater o neopaganismo nos primeiros séculos de sua existência? Certamente, pela defesa da fé que “uma vez foi dada aos santos” (Jd v.3). Eles se utilizaram de fortes e seguros argumentos baseados nas Escrituras. De igual modo, hoje a igreja precisa de homens que se dediquem ao confronto de todo tipo de heresias que se infiltram sorrateiramente no meio do povo de Deus (2 Pe 2.1). Assim como o apóstolo Paulo, devemos nos considerar convocados para a defesa do evangelho (Fp 1.16). Combatendo pelo não conformismo. O posicionamento anterior exige, também, uma atitude de não-conformismo (Rm 12.2). Elias acreditava estar sozinho quando fora perseguido por Jezabel. Ele não imaginava que havia outros sete mil fiéis tão corajosos quanto ele (1 Rs 19.8-18). Ainda hoje, Deus continua levantando milhares de servos inconformados com o sistema mundano do neopaganismo. CONCLUSÃO É necessário que a Igreja de Cristo se mantenha vigilante e precavida contra as heresias que contestam as verdades fundamentais da fé cristã. Precisamos orar mais e vigiar com mais seriedade, para que não sejamos tragados pela onda do paganismo que assola a sociedade moderna. |
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
NEOPAGANISMO: UM MAL A SER COMBATIDO
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