Brasília - Na primeira entrevista após tomar posse no Senado ontem, Jader Barbalho (PMDB-PA) afirmou que é a favor da Lei da Ficha Limpa. “De um modo geral, eu votei favorável e vocês podem conferir isso. Agora, acho que este momento é o momento em que o Supremo tem de analisar esta questão da constitucionalidade (para avaliar se a lei vale para as eleições de 2012)”, disse o senadorará e devolver a solidariedade ao povo do Pará”, completou.
A interpretação do TSE era de não permitir que candidatos que renunciaram ao cargo para fugir da cassação fossem eleitos, mas foi derrubada pelo STF em março deste ano, quando a Suprema Corte estabeleceu que ela não valeria para a eleição de 2010. Desde então, os advogados de Barbalho tentavam retomar a vaga do peemedebista – que fora o segundo mais votado no Pará.
A decisão de empossar Barbalho durante o recesso parlamentar esvaziou a cerimônia, que durou cerca de cinco minutos e teve a presença de apenas oito senadores. Além das autoridades, três representantes do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral se fizeram presentes para protestar.
A interpretação do TSE era de não permitir que candidatos que renunciaram ao cargo para fugir da cassação fossem eleitos, mas foi derrubada pelo STF em março deste ano, quando a Suprema Corte estabeleceu que ela não valeria para a eleição de 2010. Desde então, os advogados de Barbalho tentavam retomar a vaga do peemedebista – que fora o segundo mais votado no Pará.
A decisão de empossar Barbalho durante o recesso parlamentar esvaziou a cerimônia, que durou cerca de cinco minutos e teve a presença de apenas oito senadores. Além das autoridades, três representantes do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral se fizeram presentes para protestar.
Dilma se solidariza e deseja
sorte à presidente argentina
Brasília - A presidente Dilma Rousseff telefonou na tarde de ontem para a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, para desejar "sorte no enfrentamento da doença". Cristina teve diagnosticado um câncer na tireoide, segundo o governo argentino.
Segundo a assessoria de imprensa do Palácio do Planalto, Dilma, que está em férias em Salvador e também já teve um câncer, mas no sistema linfático, disse ter certeza de que a colega do país vizinho terá "toda a força necessária para superar esse momento difícil".
A presidente argentina, Cristina Kirchner, tem câncer na tireoide e será submetida a uma cirurgia no próximo mês, disse um porta-voz do governo, acrescentando que as células cancerígenas não haviam se espalhado.
Expectativa do Bancon Central
para 2012 é de 'cenário tranquilo'
para 2012 é de 'cenário tranquilo'
Brasília – O governo conseguiu este ano cumprir a sua meta de superavit primário (economia feita pelo setor público para pagamento de juros da dívida). A questão que se levanta é se isso será possível em 2012, ano eleitoral, quando as pressões por gastos são bem maiores.
"Em 2011 se voltou à normalidade fiscal depois de dois anos difíceis, 2009 e 2010. Estes foram anos atípicos em termos de desempenho, principalmente porque o nível da atividade econômica foi afetado pela crise internacional, impactando a arrecadação", afirmou Túlio Maciel, chefe do Departamento Econômico do Banco Central.
Ele afirmou que a expectativa do BC para 2012 é de um "cenário tranquilo", a despeito das pressões por gastos. "Trabalhamos com um superavit primário de 3,1%, alta de 3,5% do PIB, uma Selic (a taxa básica de juros) em 9,7% ao ano no final de 2012, IPCA de 5,39% e o câmbio a US$ 1,75 em dezembro."
Com esses parâmetros, diz Maciel, será possível reduzir o deficit nominal, hoje de 2,4%, para 1,2% no final do ano que vem. "A inflação será menor e a expectativa do mercado é que os juros básicos caiam", justificou o economista.
Em novembro, a dívida líquida do setor público chegou a R$ 1,508 trilhão, chegando a 36,6% do PIB, queda de 0,8 ponto percentual em relação ao mês anterior. O BC afirma que a depreciação cambial contribuiu para o resultado.
O governo central (governo federal, Banco Central e Previdência) registrou superavit de R$ 4,8 bilhões no mês passado. Estados e municípios tiveram resultado positivo em R$ 2,6 bilhões, e as estatais, de R$ 773 milhões.
"Em 2011 se voltou à normalidade fiscal depois de dois anos difíceis, 2009 e 2010. Estes foram anos atípicos em termos de desempenho, principalmente porque o nível da atividade econômica foi afetado pela crise internacional, impactando a arrecadação", afirmou Túlio Maciel, chefe do Departamento Econômico do Banco Central.
Ele afirmou que a expectativa do BC para 2012 é de um "cenário tranquilo", a despeito das pressões por gastos. "Trabalhamos com um superavit primário de 3,1%, alta de 3,5% do PIB, uma Selic (a taxa básica de juros) em 9,7% ao ano no final de 2012, IPCA de 5,39% e o câmbio a US$ 1,75 em dezembro."
Com esses parâmetros, diz Maciel, será possível reduzir o deficit nominal, hoje de 2,4%, para 1,2% no final do ano que vem. "A inflação será menor e a expectativa do mercado é que os juros básicos caiam", justificou o economista.
Em novembro, a dívida líquida do setor público chegou a R$ 1,508 trilhão, chegando a 36,6% do PIB, queda de 0,8 ponto percentual em relação ao mês anterior. O BC afirma que a depreciação cambial contribuiu para o resultado.
O governo central (governo federal, Banco Central e Previdência) registrou superavit de R$ 4,8 bilhões no mês passado. Estados e municípios tiveram resultado positivo em R$ 2,6 bilhões, e as estatais, de R$ 773 milhões.







Nenhum comentário:
Postar um comentário