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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

América Latina tem de ajudar a solucionar crise, diz Merkel

'(A região) terá de se tornar mais envolvida na busca de soluções', disse.
País quer intensificar relações comerciais com as nações latinas.


A América Latina precisa se tornar parte da solução para a crise econômica e financeira internacional, afirmou nesta sexta-feira (30) a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, em entrevista ao Grupo de Jornais das Américas.
"O novo peso econômico e internacional da América Latina também trouxe maiores responsabilidades. (A região) terá de se tornar mais envolvida na busca de soluções para questões cruciais para o futuro do mundo", disse Merkel. "Isso inclui a atual crise de dívida", acrescentou a chanceler.

Angela Merkel conversa com repórteres após desembarcar em Bruxelas (Foto: Reuters)
ngela Merkel, em imagem de arquivo. (Foto: Reuters)

Merkel disse que, para a Alemanha, isso significa uma maior coordenação com a América Latina e o desenvolvimento de iniciativas conjuntas.
À medida que as economias latino-americanas se fortalecerem e ganharem um espaço maior no cenário global, a Alemanha vai buscar reforçar seus laços com a região, afirmou Merkel, observando que dados recentes mostram que a Alemanha já está dando mais atenção à América Latina.
Embora as empresas alemãs sejam tradicionalmente fortes em engenharia mecânica, automobilística, eletrônicos e no setor químico e farmacêutico, elas estão se tornando grandes participantes nos setores de recursos naturais, energia, infraestrutura e tecnologia médica em toda a região, destacou Merkel.
A chanceler afirmou também que a Alemanha está muito interessada em avançar nos pactos comerciais da União Europeia com a América Latina e elogiou os recentes acordos de livre comércio selados entre EUA, Colômbia, Peru e América Central, que complementam os já existentes com o Chile e o México.
Além disso, recentemente a União Europeia e o Mercosul retomaram as negociações comerciais. "A Alemanha está muito interessada em que isso avance em um ritmo forte. Nós queremos um acordo ambicioso que nos permita reduzir grandemente as atuais barreiras comerciais."

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